Altino - Comecei cedo na vida etílica, aos 13 anos. Daí para frente não lembro de ter vivido longo período de abstinência. Minhas amizades, desde então, foram forjadas nas mesas (e balcões) dos bares da vida. Cheguei na Esquina há uns tantos anos levado pelo grande amigo Adail, e conquistei a presidência da AEPC em 2004/2005. Editei por um ano o "PC Notícias", o jornaleco da Esquina. Tornei-me freqüentador do Flórida levado pela mão do amigo Robson... E criei raízes lá também. Edito o "Pelos Bares da Vida", o nosso jornaleco, desde junho de 2008. No início se chamava "Aconteceu no Flórida", e cresceu juntamente com o número de colaboradores, sendo hoje um jornal aberto a todas as confrarias. E agora estou nessa, sempre com uma dose na mão e amigos em volta da mesa!!!

Attila Vasconcelos - Meu pai, Osíris, é um grande apreciador de um bom Whisky, e desde cedo me ensinou a beber, porém, sempre lembrando que beber é uma arte, e que é preciso saber beber e viver. Assim, desde cedo sou freqüentador de diversos bares da cidade e "sócio atleta etílico" do Flórida Bar, aos domingos, já há cerca de 20 anos. Pelas mãos de meu compadre Robson , também freqüentador assíduo do Flórida, fui levado a entrar na confraria da AEPC. Lá conheci os parceiros deste Site, onde fizemos uma grande amizade, e que hoje se estende aos bares da vida que andamos. Comecei a colaborar informalmente com o Altino com notícias para nosso Jornaleco, e acabei tomando gosto pela coisa, sendo hoje o editor assistente desta famosa e respeitada publicação. Como o site é uma conseqüência natural do crescimento do jornal, eu não poderia ficar de fora desta também. Agora somos a turma do PBV (pelos bares da vidas), sempre tomando umas e cada vez mais fazendo amigos.

Robson Parente de Menezes - Não lembro quando comecei tomar umas. Lembro quando muito novo esperava o Natal chegar para tomar umas cervejas. Achava o máximo tomar umas com papai, meus irmãos e tios. Porém os primeiros porres foram nas noites de luar na casa de praia nas Goiabeiras, nas férias, sempre com a presença do Flávio Augusto, Antonio Jr., Hiran e outros parentes. Em 1976 entrei para o Colégio Christus e conheci uma turma da pesada como Altino, Adail, Wolbert, Ernesto, Primo, Flávio e outros. Em 1976 passei freqüentar o Bar da Esquina, do Luis, e conheci mais amigos. Antonio José, Checo, Betinho, Falcão, Tucano e mais e mais, todos, da Esquina. Fui o primeiro presidente candidato da AEPC quando todos ainda não gostavam do cargo por ser depreciativo. Em 1976 fui morar na Cidade dos Funcionários onde conheci outros amigos, Alexandre, Nascimento, Cândido e dezenas de biriteiros. Naquela época o bairro era totalmente residencial e não faltava um bar para fazer amigos. Com Attila e meu primo-tio Adoniram criamos essa rotina de freqüentar o Flórida todo domingo para assistir corridas de F1. Isso por volta de 1984. Minha passagem pelo Flórida é antiga. Andava com meu pai quando tinha uns 14 anos. Em 1979 fui trabalhar no Palácio Progresso, no centro, e passei a freqüentar mais o Flórida. Aprendi com meu pai um principio básico pra quem gosta de beber: nunca chegar atrasado no trabalho, principalmente na segunda-feira. Assim nunca gostei de beber no domingo de tarde. E faço isso até hoje. Meu grande prazer etílico é acordar de madruga e passear de carro procurando um novo bar. Hoje conheço dezenas com centenas de amigos. E na vida, graças nosso Deus, tive muita sorte.

Roberto Cesar de Vasconcelos – Meu pai José Meton sempre preferiu que seus filhos se iniciassem nas biritas com ele mesmo. Desde os tenros 5 asnos de idade já tive direito de pequenos goles de cerveja geladíssima. Durante minha adolescência passei a tomar umas e outras com amigos do colégio na beira-mar nas antigas mesinhas, que proliferaram em toda a orla. Posteriormente durante o curso de medicina, reconhecidamente um reduto de biriteiros profissionais, pude me especializar.
Mas o doutorado em bebedor de uísque veio mesmo quando trabalhei em uma empresa e tive oportunidade de conviver muito próximo de um grande apreciador desta bebida, senhor Albanor Barbosa que me ensinou todos os detalhes para um bom consumo deste maná dos deuses.
Conheci o Flórida ainda criança, pois meu pai era freqüentador das sextas feiras com um grupo de amigos. Há cerca de cinco anos voltei a freqüentá-lo acompanhado de meus irmãos e posteriormente, por intermédio de meu primo Attila, aderi a mesa do Flórida capitaneada pelo presidente Robson e depois, convidado que fui, também a alguns eventos da AEPC.
Hoje fazemos parte dessa confraria maravilhosa que é o PBV e procuro, sempre que possível, colaborar, como parceiro, em todas as atividades deste grupo de amigos, que se reúnem tendo sempre como motivação a amizade, a diversão e a birita por que afinal ninguém é de ferro.